Ao visitar a Bienal de São Paulo adorei ver o manto tupinambá representado pela obra "Espelho da vida". Conversando com a guia, ela me explicou a história do original, que hoje está na Dinamarca e trouxe o questionamento do porquê esse símbolo tão importante está em outro país.
Também achei a localização do espelho presente no manto intressante, porque ele fica em frente à obra "Carta ao velho mundo", o que possibilitou que essa obra crítica ao processo de colonização fosse refletida pelo espelho convexo, passando a reproduzir a mensagem de Jaider Esbell.
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